O segundo dia do GT de Estudos de Cinema, Fotografia e Audiovisual iniciou com as discussões de Rodrigo Carreiro sobre a estética dos falsos documentários de horror. Com o paper “A câmera diegética: clareza narrativa e legibilidade documental em falsos documentários de horror”, o autor parte do conceito de falso found footage em que um cineasta, para criar uma narrativa ficcional, utilize uma estilística marcadamente documental. O pesquisador reuniu próximo de 180 filmes a fim de identificar certos padrões recorrentes nessas narrativas.

Posteriormente, o cinema brasileiro teve destaque a partir da comunicação de Mariana Souto intitulada “Novas emergências das relações de classe no cinema brasileiro: uma pequena reviravolta coletiva?”. A autora se acerca de certa produção brasileira contemporânea que coloca em evidência a problemática das classes sociais na forma como elas são colocadas e discutidas pelos filmes.

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